Nos esportes de longa duração e nas provas de vários dias, só é possível para o atleta equilibrar o gasto energético com o consumo, se utilizar alimentos ou suplementos durante a atividade.
Deve-se levar em conta que os depósitos de glicogênio podem não ser restaurados de um dia para o outro. Treinos em dias consecutivos podem levar a uma depleção tamanha que precise de repouso para recuperação total. Manter uma dieta rica em CHO e usá-los durante o treino é a maneira mais eficiente de evitar este problema. Um ciclista em provas longas como o Tour de France, por exemplo, necessita de até 9 mil calorias por dia, o que é um fator limitante nestes esportes. Muitos atletas não conseguem suportar a competição por não conseguirem absorver a energia necessária. A suplementação costuma ser usada nessas situações. Atualmente existem repositores que conseguem em uma pequena garrafa entregar 1000 calorias ao atleta em forma de líquido. O atleta que não repõe o que gasta perde peso e desempenho
Como em exercício de endurance as gorduras são queimadas em abundância, faria sentido usar suplementos lipídicos nessas situações. Entre estes suplementos estariam os triglicerídeos de cadeia média, que aumentam a oferta de ácidos graxos no plasma. Uma alternativa seria aumentar o consumo de gordura, como proposto pela dieta.
O uso dos TCM surgiu como uma alternativa, mas existe uma baixa tolerância gastrintestinal aos TCM e nas quantidades aceitáveis não houve economia de glicogênio. As dosagens que resultaram em economia de CHO são muito altas e geralmente causam efeitos colaterais que comprometem o desempenho.
Ao iniciar uma dieta hiperlipídica o organismo passa por várias adaptações enzimáticas no sentido de usar melhor os AGL, mas outro efeito resultante do maior consumo de gordura é que com esse aumento ocorre uma diminuição no consumo de CHO, diminuindo os depósitos de glicogênio muscular.
O aumento da concentração de AGL no sangue com a finalidade de diminuir o gasto de CHO em exercício foi testado de várias formas, inclusive com injeções de produtos que aceleram a captação de AGL e outros métodos invasivos. Todos seriam considerados doping.
Dessa forma, atualmente a suplementação com lipídios e as dietas ricas em gordura parecem não trazer nenhuma vantagem para o atleta de endurance.
Cafeína: como a cafeína tem ação lipolítica, supôs-se que a suplementação auxiliaria na lipólise e pouparia glicogênio muscular. Mas os resultados foram contraditórios e apesar de ser também um forte estimulante, a cafeína é um diurético, aumentando a perda líquida em atividade, um fator indesejável. A quantidade de cafeína para ter um efeito significativo como estimulante é muito grande e seria considerada doping. Além disso, o consumo cotidiano de cafeína interfere na sua sensibilidade – pessoas que nunca consomem café são mais sensíveis aos seus efeitos. Essa variação pessoal seria mais um complicador caso se faça uma prescrição individual de uso.
Carnitina: atua como transportadora de lipídios intracelulares e pensou-se que o uso poderia facilitar a utilização de AGL circulantes. Mas os estudos mostraram que esse tipo de suplementação não traz melhorias ao rendimento e que na verdade o que pode acelerar o processo é uma aceleração do funcionamento enzimático intracelular, o que só ocorre com o treinamento. Mesmo assim, a carnitina é vendida mundialmente sob o pretexto de ser um “queimador de gordura”.
Aminoácidos isolados: o consumo de aminoácidos isolados como suplemento iniciou com a suplementação de pessoas doentes e os defensores desta prática para atletas alegam que poderiam estimular a secreção de hormônio do crescimento (GH), mas isso não foi provado. Existem indicações de que estes aminoácidos poderiam influenciar a absorção de outros aminoácidos, causar falha renal e lesões teciduais. A suplementação por longos períodos com aminoácidos não tem qualquer benefício comprovado sobre o rendimento, podendo ainda induzir um quadro de resistência periférica à insulina. Não há, portanto evidências apontando o uso de aminoácidos como sendo benéfico para o atleta ou para o seu rendimento.
BCAA (Branched-chain amino acids): aminoácidos de cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina. A maior quantidade de estudos com BCAA deve-se ao quadro da fadiga central. As estratégias para utilização do BCAA em relação à fadiga central procuram estabelecer que sua suplementação realmente atrase o início da fadiga.
Francisco P. Leal
Cada um sabe as consequencias de sua vida, precisamos malhar para manter o corpo sarado
Dabrianne de Queiroz Magalhaes
Comer corretamente, levantar peso e suar a camisa durante a semana na academia
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Nutrição
E um processo biológico em que os organismos (animais e vegetais), utilizando-se de alimentos, assimilam nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Devido sua importância à sobrevivência de qualquer ser vivo, a nutrição faz parte do aprendizado durante grande parte do período de estudo básico e em nível secundário, assim como em muitos cursos de nível de graduação e pós-graduação, em áreas como medicina, enfermagem, biomedicina, farmácia, biologia, agronomia, zootecnia e nutrição entre outras.
No domínio da saúde e medicina (e também veterinária), a nutrição é o estudo das relações entre os alimentos ingeridos e doença ou o bem-estar do homem ou dos animais.
Nutrição humana:
A nutrição pode ser feita por via oral, ou seja, pela maneira natural do processo de alimentação, ou por um modo especial. No modo especial temos a nutrição enteral e a nutrição parenteral. A primeira ocorre quando o alimento é colocado diretamente em uma área do tubo digestivo (geralmente o estômago ou o jejuno) através de sondas que podem entrar pela narina ou boca ou por um orifício feito por cirurgia diretamente no abdômen do paciente, juntamente com outro orifício gastro-intestinal usado no processo digestivo. A nutrição parenteral é a que é feita quando o paciente é alimentado com preparados para administração diretamente na veia, não passando pelo tubo digestivo (como o soro nas veias, quando se está impossibilitado de ingerir alimentos via oral).
A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada - ou seja, é preciso fornecer às células do corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de nutrientes importantes para seu bom funcionamento. Os guias alimentares mais conhecidos são as pirâmides alimentares.
Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento - que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta - foi fundamental para a sua evolução. Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos protéicos e energéticos- particularmente, a carne. O uso do fogo também contribuiu para a evolução da espécie. Cozidos, os alimentos ficam mais fáceis de ser digeridos e, por consequência, a absorção dos nutrientes é maior.
A agricultura e a pecuária, iniciadas há cerca de 10 mil anos, aumentaram o poder do homem sobre a própria nutrição. Desde então, a descoberta dos condimentos, a adoção de técnicas para aumentar a produtividade agropecuária e o desenvolvimento de tecnologias de industrialização foram abrindo novas possibilidades de nutrição. Hoje, mesmo com a globalização e as facilidades de intercâmbio entre nações, cada povo guarda suas peculiaridades culinárias, segundo a disponibilidade dos ingredientes encontrados na região, mas também de acordo com seu modo de vida.
Devido sua importância à sobrevivência de qualquer ser vivo, a nutrição faz parte do aprendizado durante grande parte do período de estudo básico e em nível secundário, assim como em muitos cursos de nível de graduação e pós-graduação, em áreas como medicina, enfermagem, biomedicina, farmácia, biologia, agronomia, zootecnia e nutrição entre outras.
No domínio da saúde e medicina (e também veterinária), a nutrição é o estudo das relações entre os alimentos ingeridos e doença ou o bem-estar do homem ou dos animais.
Nutrição humana:
A nutrição pode ser feita por via oral, ou seja, pela maneira natural do processo de alimentação, ou por um modo especial. No modo especial temos a nutrição enteral e a nutrição parenteral. A primeira ocorre quando o alimento é colocado diretamente em uma área do tubo digestivo (geralmente o estômago ou o jejuno) através de sondas que podem entrar pela narina ou boca ou por um orifício feito por cirurgia diretamente no abdômen do paciente, juntamente com outro orifício gastro-intestinal usado no processo digestivo. A nutrição parenteral é a que é feita quando o paciente é alimentado com preparados para administração diretamente na veia, não passando pelo tubo digestivo (como o soro nas veias, quando se está impossibilitado de ingerir alimentos via oral).
A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada - ou seja, é preciso fornecer às células do corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de nutrientes importantes para seu bom funcionamento. Os guias alimentares mais conhecidos são as pirâmides alimentares.
Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento - que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta - foi fundamental para a sua evolução. Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos protéicos e energéticos- particularmente, a carne. O uso do fogo também contribuiu para a evolução da espécie. Cozidos, os alimentos ficam mais fáceis de ser digeridos e, por consequência, a absorção dos nutrientes é maior.
A agricultura e a pecuária, iniciadas há cerca de 10 mil anos, aumentaram o poder do homem sobre a própria nutrição. Desde então, a descoberta dos condimentos, a adoção de técnicas para aumentar a produtividade agropecuária e o desenvolvimento de tecnologias de industrialização foram abrindo novas possibilidades de nutrição. Hoje, mesmo com a globalização e as facilidades de intercâmbio entre nações, cada povo guarda suas peculiaridades culinárias, segundo a disponibilidade dos ingredientes encontrados na região, mas também de acordo com seu modo de vida.
Fisiculturismo
A Federação Internacional de Fisiculturismo,regula o campeonato de culturismo mundial, o Mr. Olympia. Os maiores vencedores desse campeonato fora,Lee Haney Arnold Schwarzenegger, Dorian Yates e Ronnie Coleman .
Apenas dois brasileiros competiram no Mr Olympia, um deles é o Luís Freitas, que competiu no Mr. Olympia de 1988 ,e o mais recente foi o Eduardo Correa que competiu em 2009 na categoria até 92 quilos ficando em um dúvidoso terceiro lugar, sendo considerado por boa parte da mídia especializada o verdadeiro campeão. O pequeno número de brasileiros na competição demonstra o alto nível dos competidores.
Em 2007, Stephano D´agnello representou o Brasil no Oriente Médio, ocupando o 4° lugar no torneio.
Entre os principais culturistas estão: Arnold Schwarzenegger, Mike Mentzer, Lou Ferrigno, Lee Haney, Charles Atlas, Lee Priest, Dorian Yates, Jay Cutler e Ronnie Coleman.
No entanto, considerado por muitos o melhor fisiculturista da história é Arnold Schwarzenegger, pela sua extrema inventividade e habilidade no campo do fisiculturismo e da musculação, porém hoje os competidores já se encontram em um patamar acima do qual Arnold se apresentava,mas ele ainda é lembrado pela sua importância ao difundir o fisiculturismo pelo mundo.
A musculação é um tipo de exercício resistido, com variáveis de carga, amplitude, tempo de contração e velocidade controláveis. Desse modo pode ser aplicada da forma isometria (contração mantida), isocinética (com velocidade angular constante) ou isotônica (alternância de contrações concêntricas e excêntricas), contínua ou intervalada, suave ou intensa, com recursos aeróbios ou anaeróbios.
Esta possibilidade de controle de tantas variáveis torna a musculação uma atividade física altamente versátil que pode ser usada para diferentes objetivos.
Treinamento adequado com a resistência de pesos e demais atividades físicas;
Nutrição especializada, incorporando proteínas e outros suplementos alimentares visando a liberação de hormônios para aumentar a síntese protéica;
Repouso (descanso) adequado para a recomposição muscular.
Uso de anabolizantes
Na prática da musculação, muitos atletas acabam recorrendo ao uso de anabolizantes para o aumento de massa muscular em pouco tempo, que poderá ser prejudicial à saúde, já que estes são hormônios sintetizados, contudo não existe ainda evidência cientifica dos seus danos a longo prazo no corpo humano.
Entretanto, muitos atletas, profissionais ou amadores, conscientes dos malefícios dos efeitos das drogas, procuram profissionais nutricionistas e endocrinologistas para obtenção das possíveis melhoras em seus resultados.
O uso de drogas no culturismo profissional está ao nível de outros desportos competitivos mas a nível de atleta amador o caso muda de figura, sendo o desporto onde o uso de drogas é mais frequente.
Terceira idade
Estudos recentes vêm demonstrando a importância da musculação para a manutenção da qualidade de vida na terceira idade. Além dos exercícios aeróbios, o treinamento com levantamento de peso tem sido muito bem visto pelos profissionais e pesquisadores da área. Esta é uma visão onde, para manutenção ou ganho de massa muscular, o fisiculturismo bem orientado produz resultados mais efetivos.
Apenas dois brasileiros competiram no Mr Olympia, um deles é o Luís Freitas, que competiu no Mr. Olympia de 1988 ,e o mais recente foi o Eduardo Correa que competiu em 2009 na categoria até 92 quilos ficando em um dúvidoso terceiro lugar, sendo considerado por boa parte da mídia especializada o verdadeiro campeão. O pequeno número de brasileiros na competição demonstra o alto nível dos competidores.
Em 2007, Stephano D´agnello representou o Brasil no Oriente Médio, ocupando o 4° lugar no torneio.
Entre os principais culturistas estão: Arnold Schwarzenegger, Mike Mentzer, Lou Ferrigno, Lee Haney, Charles Atlas, Lee Priest, Dorian Yates, Jay Cutler e Ronnie Coleman.
No entanto, considerado por muitos o melhor fisiculturista da história é Arnold Schwarzenegger, pela sua extrema inventividade e habilidade no campo do fisiculturismo e da musculação, porém hoje os competidores já se encontram em um patamar acima do qual Arnold se apresentava,mas ele ainda é lembrado pela sua importância ao difundir o fisiculturismo pelo mundo.
Descrição
Esta possibilidade de controle de tantas variáveis torna a musculação uma atividade física altamente versátil que pode ser usada para diferentes objetivos.
Treinamento adequado com a resistência de pesos e demais atividades físicas;
Nutrição especializada, incorporando proteínas e outros suplementos alimentares visando a liberação de hormônios para aumentar a síntese protéica;
Repouso (descanso) adequado para a recomposição muscular.
Uso de anabolizantes
Na prática da musculação, muitos atletas acabam recorrendo ao uso de anabolizantes para o aumento de massa muscular em pouco tempo, que poderá ser prejudicial à saúde, já que estes são hormônios sintetizados, contudo não existe ainda evidência cientifica dos seus danos a longo prazo no corpo humano.
Entretanto, muitos atletas, profissionais ou amadores, conscientes dos malefícios dos efeitos das drogas, procuram profissionais nutricionistas e endocrinologistas para obtenção das possíveis melhoras em seus resultados.
O uso de drogas no culturismo profissional está ao nível de outros desportos competitivos mas a nível de atleta amador o caso muda de figura, sendo o desporto onde o uso de drogas é mais frequente.
Terceira idade
Estudos recentes vêm demonstrando a importância da musculação para a manutenção da qualidade de vida na terceira idade. Além dos exercícios aeróbios, o treinamento com levantamento de peso tem sido muito bem visto pelos profissionais e pesquisadores da área. Esta é uma visão onde, para manutenção ou ganho de massa muscular, o fisiculturismo bem orientado produz resultados mais efetivos.
Anorexia
A anorexia nervosa é uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar (caracterizando em baixo peso corporal) e estresse físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa, envolvendo componentes psicológicos, fisiológicos e sociais. Uma pessoa com anorexia nervosa é chamada de anoréxica (português do Brasil) ou anorética (português de Portugal). Uma pessoa anoréxica pode ser também bulímica. A anorexia nervosa afeta primariamente adolescentes do sexo feminino e jovens mulheres do Hemisfério Ocidental, mas também afeta alguns rapazes. No caso dos jovens adolescentes de ambos os sexos, poderá estar ligada a problemas de auto-imagem, dismorfia, dificuldade em ser aceito pelo grupo, ou em lidar com a sexualidade genital emergente, especialmente se houver um quadro neurótico (particularmente do tipo obsessivo-compulsivo) ou história de abuso sexual ou de bullying. A taxa de mortalidade da anorexia nervosa é de aproximadamente 10%, uma das maiores entre qualquer transtorno psicológico.
Sintomas (ai o corporal em 85% ou menos do nível normal.)
Prática excessiva de atividades físicas, mesmo tendo um peso abaixo do normal.
Em mulheres, ausência de ao menos três ou mais menstruações. A anorexia nervosa pode causar sérios danos ao sistema reprodutor feminino.
Diminuição ou ausência da líbido; nos rapazes poderá ocorrer disfunção erétil e dificuldade em atingir a maturação sexual completa, tanto a nível físico como emocional.
Crescimento retardado ou até paragem do mesmo, com a resultante má formação do esqueleto(braços e pernas curtos em relação ao tronco).
Descalcificaçao dos dentes,carie dentaria .
Depresão profunda.
Tendências suicidas .
que pode desenvolver-se posteriormente em pessoas anoréxicas.
obstipação grave.
A anorexia possui um índice de mortalidade entre 15 a 20%, o maior entre os transtornos psicológicos, geralmente matando por ataque cardíaco, devido à falta de potássio ou sódio (que ajudam a controlar o ritmo normal do coração). Pode ser causada por distúrbio da auto-estima.
A anorexia nervosa afeta muito mais pessoas jovens (entre 15 a 25 anos), e do sexo feminino (95% dos casos ocorrem em mulheres). Tem sido enfatizada, em debates populares, a importância da mídia para o desenvolvimento de desordens como anorexia e bulimia, por alegadamente promover ela uma identificação da beleza com padrões físicos de magreza acentuada. Qualquer papel a ser exercido pela cultura de massa na promoção dessas desordens, no entanto, está ainda para ser demonstrado. Na busca da etiologia de perturbações da saúde mental, inclusive da anorexia nervosa, comumente são procuradas causas de ordem intrapsíquico, ambiental e genético.
Até agora, os seguintes fatos têm emergido na busca das causas desse transtorno:
Causas genéticas/ambientais:
Estudos sobre desenvolvimento de transtornos alimentares envolvendo irmãs gêmeas têm sugerido um fundo genético para o desenvolvimento da anorexia.
Pais e mães de pacientes diagnosticadas com essa desordem possuem, relativamente a grupos de comparação da população não seleta, níveis mais elevados de perfeccionismo e preocupação com a forma física.
Características sociopsíquicas de anoréxicas:
Independentemente do subtipo de anorexia desenvolvida, restritiva ou purgativa, anoréxicas possuem, relativamente a pessoas saudáveis de sua idade e sexo, uma incidência maior de transtornos da ansiedade (especialmente o transtorno obsessivo-conmpulsivo) e do humor.
Níveis exageradamente elevados de perfeccionismo (busca por padrões de conquista e realizações notavelmente altos, necessidade de controle, intolerância a "falhas" ou "imperfeições") são comuns, e mesmo centrais, no desenvolvimento da anorexia. A presença dessa busca por padrões de perfeição transcende o desenvolvimento da doença, sendo anterior a ela e permanecendo em pacientes que já foram curadas da doença. Alguns estudos sugerem que, apesar de uma inteligência média na faixa regular, anoréxicas possuem níveis mais altos de performance escolar e envolvimento acadêmico, o que sugere que o perfeccionismo nelas presente não se limita a temas relacionados apenas com comida e forma corporal.
Outros traços obsessivos-compulsivos, além do perfeccionismo, são notados na infância de anoréxicas, principalmente inflexibilidade, forte adesão a regras estabelecidas, observação dos padrões mantidos por autoridades, etc.
Incidência de abuso físico ou sexual é mais elevada em grupos de anoréxicos; em um estudo efetivado na América do Norte, a presença de um histórico de abuso sexual na infância apresentou uma forte associação com o desenvolvimento de transtornos alimentares em grupos de homens homossexuais.
Deve-se ter duas vertentes, a não-farmacológica e a farmacológica. Entretanto deve-se ter em mente a importância de uma relação médico-paciente satisfatória,uma vez que a negação pelo paciente é muitas vezes presente. Dependendo do estado geral da paciente pode-se pensar em internação para restabelecimento da saúde. Correção de possíveis alterações metabólicas e um plano alimentar bem definido são fundamentais. Além disso, o tratamento também deve abordar o quadro psicológico, podendo ser principalmente a terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia individual. Em relação a abordagem farmacológico tem-se utilizado principalmente os antidepressivos, mas que é uma área que carece de muitos resultados satisfatórios tendo em vista a multicausalidade da doença. Dessa forma, é importante uma abordagem multi-disciplinar, apoio da família e aderência do paciente. As recaídas podem acontecer, daí a importância de se ter um acompanhamento profissional por grandes períodos.
Sintomas (ai o corporal em 85% ou menos do nível normal.)
Prática excessiva de atividades físicas, mesmo tendo um peso abaixo do normal.
Em mulheres, ausência de ao menos três ou mais menstruações. A anorexia nervosa pode causar sérios danos ao sistema reprodutor feminino.
Diminuição ou ausência da líbido; nos rapazes poderá ocorrer disfunção erétil e dificuldade em atingir a maturação sexual completa, tanto a nível físico como emocional.
Crescimento retardado ou até paragem do mesmo, com a resultante má formação do esqueleto(braços e pernas curtos em relação ao tronco).
Descalcificaçao dos dentes,carie dentaria .
Depresão profunda.
Tendências suicidas .
que pode desenvolver-se posteriormente em pessoas anoréxicas.
obstipação grave.
A anorexia possui um índice de mortalidade entre 15 a 20%, o maior entre os transtornos psicológicos, geralmente matando por ataque cardíaco, devido à falta de potássio ou sódio (que ajudam a controlar o ritmo normal do coração). Pode ser causada por distúrbio da auto-estima.
Causas e grupos de risco
Até agora, os seguintes fatos têm emergido na busca das causas desse transtorno:
Causas genéticas/ambientais:
Estudos sobre desenvolvimento de transtornos alimentares envolvendo irmãs gêmeas têm sugerido um fundo genético para o desenvolvimento da anorexia.
Pais e mães de pacientes diagnosticadas com essa desordem possuem, relativamente a grupos de comparação da população não seleta, níveis mais elevados de perfeccionismo e preocupação com a forma física.
Características sociopsíquicas de anoréxicas:
Independentemente do subtipo de anorexia desenvolvida, restritiva ou purgativa, anoréxicas possuem, relativamente a pessoas saudáveis de sua idade e sexo, uma incidência maior de transtornos da ansiedade (especialmente o transtorno obsessivo-conmpulsivo) e do humor.
Níveis exageradamente elevados de perfeccionismo (busca por padrões de conquista e realizações notavelmente altos, necessidade de controle, intolerância a "falhas" ou "imperfeições") são comuns, e mesmo centrais, no desenvolvimento da anorexia. A presença dessa busca por padrões de perfeição transcende o desenvolvimento da doença, sendo anterior a ela e permanecendo em pacientes que já foram curadas da doença. Alguns estudos sugerem que, apesar de uma inteligência média na faixa regular, anoréxicas possuem níveis mais altos de performance escolar e envolvimento acadêmico, o que sugere que o perfeccionismo nelas presente não se limita a temas relacionados apenas com comida e forma corporal.
Outros traços obsessivos-compulsivos, além do perfeccionismo, são notados na infância de anoréxicas, principalmente inflexibilidade, forte adesão a regras estabelecidas, observação dos padrões mantidos por autoridades, etc.
Incidência de abuso físico ou sexual é mais elevada em grupos de anoréxicos; em um estudo efetivado na América do Norte, a presença de um histórico de abuso sexual na infância apresentou uma forte associação com o desenvolvimento de transtornos alimentares em grupos de homens homossexuais.
Deve-se ter duas vertentes, a não-farmacológica e a farmacológica. Entretanto deve-se ter em mente a importância de uma relação médico-paciente satisfatória,uma vez que a negação pelo paciente é muitas vezes presente. Dependendo do estado geral da paciente pode-se pensar em internação para restabelecimento da saúde. Correção de possíveis alterações metabólicas e um plano alimentar bem definido são fundamentais. Além disso, o tratamento também deve abordar o quadro psicológico, podendo ser principalmente a terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia individual. Em relação a abordagem farmacológico tem-se utilizado principalmente os antidepressivos, mas que é uma área que carece de muitos resultados satisfatórios tendo em vista a multicausalidade da doença. Dessa forma, é importante uma abordagem multi-disciplinar, apoio da família e aderência do paciente. As recaídas podem acontecer, daí a importância de se ter um acompanhamento profissional por grandes períodos.
Bulimia
A Bulimia Nervosa é um Transtorno Alimentar que se caracteriza pela ingestão de grandes quantidades de alimentos (episódios de comer compulsivo ou episódios bulímicos), seguidos por métodos compensatórios, tais como vômitos autoinduzidos, uso de laxantes e/ou diuréticos e prática de exercícios extenuantes como forma de evitar o ganho de peso pelo medo exagerado de engordar.
Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia pode não haver perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema. A doença ocorre mais freqüentemente em mulheres jovens, embora possa ocorrer, raramente, em homens e mulheres com mais idade.
O que se sente?
Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos.
Vômitos autoinduzidos, usam laxantes e diuréticos para evitar ganho de peso.
Alimentação excessiva, sem aumento proporcional do peso corporal.
Depressão.
Obsessão por exercícios físicos.
Obsessão por exercícios físicos.
Comer em segredo ou escondido dos outros.
Complicações médicas
Inflamação na garganta (inflamação do tecido que reveste o esôfago pelos efeitos do vômito).
Face inchada e dolorida (inflamação nas glândulas salivares).
Cáries e lesão sobre o esmalte dentário. Desidratação.
Desequilíbrio eletrolítico.
Vômitos com sangue.
Dores musculares e câimbras.
Causas
Assim como na anorexia, a bulimia nervosa é uma síndrome multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. A ênfase cultural na aparência física pode ter um papel importante. Problemas familiares, baixa autoestima e conflitos de identidade também são fatores envolvidos no desencadeamento desses quadros.
Como se desenvolve?
Muitas vezes, leva tempo para se perceber que alguém tem bulimia nervosa. A característica principal é o episódio de comer compulsivo, acompanhado por uma sensação de falta de controle sobre o ato e, às vezes, feito secretamente. Os comportamentos direcionados a controle de peso incluem jejum, vômitos autoinduzidos, usam laxantes, enemas, diuréticos, e exercícios físicos extenuantes. O diagnóstico de bulimia nervosa requer episódios com uma freqüência mínima de duas vezes por semana, por pelo menos três meses. A fobia de engordar é o sentimento motivador de todo o quadro. Esses episódios de comer compulsivo, seguidos de métodos compensatórios, podem permanecer escondidos da família por muito tempo.
A bulimia nervosa acomete adolescentes um pouco mais velhas, em torno dos 17 anos. Pessoas com bulimia têm vergonha de seus sintomas, portanto, evitam comer em público e evitam lugares como praias e piscinas onde precisam mostrar o corpo. À medida que a doença se desenvolvolve, essas pessoas só se interessam por assuntos relacionados à comida, peso e forma corporal.
Como se trata?
A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa, e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacoterapia e abordagem nutricional em nível ambulatorial.
As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes.
As medicações antidepressivas também têm se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos.
A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo "compulsão alimentar/purgação/jejum".
A orientação e/ou terapia familiar faz-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente.
Como se previne?
Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares.
Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia pode não haver perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema. A doença ocorre mais freqüentemente em mulheres jovens, embora possa ocorrer, raramente, em homens e mulheres com mais idade.
O que se sente?
Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos.
Vômitos autoinduzidos, usam laxantes e diuréticos para evitar ganho de peso.
Alimentação excessiva, sem aumento proporcional do peso corporal.
Depressão.
Obsessão por exercícios físicos.
Obsessão por exercícios físicos.
Comer em segredo ou escondido dos outros.
Complicações médicas
Inflamação na garganta (inflamação do tecido que reveste o esôfago pelos efeitos do vômito).
Face inchada e dolorida (inflamação nas glândulas salivares).
Cáries e lesão sobre o esmalte dentário. Desidratação.
Desequilíbrio eletrolítico.
Vômitos com sangue.
Dores musculares e câimbras.
Causas
Assim como na anorexia, a bulimia nervosa é uma síndrome multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. A ênfase cultural na aparência física pode ter um papel importante. Problemas familiares, baixa autoestima e conflitos de identidade também são fatores envolvidos no desencadeamento desses quadros.
Como se desenvolve?
Muitas vezes, leva tempo para se perceber que alguém tem bulimia nervosa. A característica principal é o episódio de comer compulsivo, acompanhado por uma sensação de falta de controle sobre o ato e, às vezes, feito secretamente. Os comportamentos direcionados a controle de peso incluem jejum, vômitos autoinduzidos, usam laxantes, enemas, diuréticos, e exercícios físicos extenuantes. O diagnóstico de bulimia nervosa requer episódios com uma freqüência mínima de duas vezes por semana, por pelo menos três meses. A fobia de engordar é o sentimento motivador de todo o quadro. Esses episódios de comer compulsivo, seguidos de métodos compensatórios, podem permanecer escondidos da família por muito tempo.
A bulimia nervosa acomete adolescentes um pouco mais velhas, em torno dos 17 anos. Pessoas com bulimia têm vergonha de seus sintomas, portanto, evitam comer em público e evitam lugares como praias e piscinas onde precisam mostrar o corpo. À medida que a doença se desenvolvolve, essas pessoas só se interessam por assuntos relacionados à comida, peso e forma corporal.
Como se trata?
A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa, e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacoterapia e abordagem nutricional em nível ambulatorial.
As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes.
As medicações antidepressivas também têm se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos.
A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo "compulsão alimentar/purgação/jejum".
A orientação e/ou terapia familiar faz-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente.
Como se previne?
Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares.
Esteróide e anabolizantes
Os esteróides androgênicos anabólicos, também conhecidos simplesmente como anabolizantes, são uma classe de hormônios esteróides naturais e sintéticos que promovem o crescimento celular e a sua divisão, resultando no desenvolvimento de diversos tipos de tecidos, especialmente o muscular e ósseo. São substâncias geralmente derivadas do hormônio sexual masculino, a testosterona, e podem ser administradas principalmente por via oral ou injetável. Atualmente não são utilizados somente por atletas profissionais, mas também por pessoas que desejam uma melhor aparência estética, inclusive adolescentes. Os diferentes esteróides androgênicos anabólicos têm combinações variadas de propriedades androgênicas e anabólicas. Anabolismo é o processo metabólico que constrói moléculas maiores a partir de outras menores.
Os esteróides anabólicos foram descobertos nos anos 1930 e têm sido usados desde então para inúmeros procedimentos médicos incluindo a estimulação do crescimento ósseo, apetite, puberdade e crescimento muscular. Podem também ser usados no tratamento de pacientes submetidos a grandes cirurgias ou que tenham sofrido acidentes sérios, situações que em geral acarretam um colapso de proteínas no corpo. O uso mais comum de esteróides anabólicos é para condições crônicas debilitantes, como o câncer e a AIDS. Os esteróides anabólicos podem produzir inúmeros efeitos fisiológicos incluindo efeitos de virilização, maior síntese protéica, massa muscular, força, apetite e crescimento ósseo. Os esteróides anabolizantes também têm sido associados a diversos efeitos colaterais quando forem administrados em doses excessivas, e esses efeitos incluem a elevação do colesterol (aumenta os níveis de LDL e diminui os de HDL), acne, pressão sanguínea elevada, hepatotoxicidade, e alterações na morfologia do ventrículo esquerdo do coração.
Hoje os esteróides anabólicos são controversos por serem muito difundidos em diversos esportes e possuírem efeitos colaterais. Enquanto há diversos problemas de saúde associados com o uso excessivo de esteróides anabólicos, também há uma volumosa quantidade de propaganda, "ciência-lixo" e concepções errôneas da população sobre seu uso. Os esteróides anabólicos são controlados em alguns países incluindo os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Estes países possuem leis que controlam seu uso e distribuição.
O uso desse medicamento na adolescência
O uso de esteróides anabolizantes na adolescência é muito mais prejudicial do que quando usados na fase adulta. A grande maioria sabe que as drogas trazem efeitos colaterais, mas não imaginam que os danos são muito maiores e as vezes irreversíveis quando você está em fase de crescimento.
Vale lembrar mais uma vez que este artigo não tem o intuito de assustar ninguém, apenas mostrar a realidade.
- Acne Severa
A maioria dos adultos sofre com acne durante ciclos de anabolizantes, agora calcule os efeitos em alguns adolescentes que estão na fase onde há a maior predisposição a ter acne em toda a sua vida. Os efeitos podem ser catastróficos para sua auto-estima.
- Problemas no Fígado
É extremamente comum usuários adolescentes escolherem os esteróides orais, devido a facilidade de ingestão e pelo receio de injetar algo para dentro do seu corpo. A maioria acha que isto é o melhor caminho, porém a maioria dos esteróides anabolizantes injetáveis não é processada pelo fígado, o que é melhor, pois entram em seu organismo muito mais rápido e que não acontecem com os orais, todos são processados pelo fígado o que traz um grande estresse para este órgão, podem ocorrer problemas como câncer do fígado e cirrose hepática. A droga Hemogenin, por exemplo, tem ligação comprovada cientificamente com o câncer do fígado. Tem medo de agulhas? Nem pense em anabolizantes.
Para quem não sabe, a testosterona é o principal hormônio masculino e os esteróides anabolizantes são a forma sintética deste hormônio. Quando você começa um ciclo de esteróides anabolizantes o seu corpo para de produzir naturalmente a testosterona devido ao alto nível que já está entrando devido aos esteróides, quando você para de utilizar drogas o corpo não estará mais produzindo testosterona natural (pois o corpo não viu necessidade devido ao excesso), depois de um tempo que ele vai perceber a falta e voltar a produzir naturalmente de forma extremamente lenta. O problema é quando o adolescente faz uso de esteróides, pois o seu corpo está em fase de crescimento e os níveis dos hormônios são muito instáveis, o que pode acarretar na diminuição drástica ou total de testosterona e não é só por um período de tempo, é para sempre. Caso isto aconteça, você terá problemas em manter o nível de testosterona o resto da vida, tendo que ser monitorado por exames o resto da vida.
Os esteróides anabólicos foram descobertos nos anos 1930 e têm sido usados desde então para inúmeros procedimentos médicos incluindo a estimulação do crescimento ósseo, apetite, puberdade e crescimento muscular. Podem também ser usados no tratamento de pacientes submetidos a grandes cirurgias ou que tenham sofrido acidentes sérios, situações que em geral acarretam um colapso de proteínas no corpo. O uso mais comum de esteróides anabólicos é para condições crônicas debilitantes, como o câncer e a AIDS. Os esteróides anabólicos podem produzir inúmeros efeitos fisiológicos incluindo efeitos de virilização, maior síntese protéica, massa muscular, força, apetite e crescimento ósseo. Os esteróides anabolizantes também têm sido associados a diversos efeitos colaterais quando forem administrados em doses excessivas, e esses efeitos incluem a elevação do colesterol (aumenta os níveis de LDL e diminui os de HDL), acne, pressão sanguínea elevada, hepatotoxicidade, e alterações na morfologia do ventrículo esquerdo do coração.
Hoje os esteróides anabólicos são controversos por serem muito difundidos em diversos esportes e possuírem efeitos colaterais. Enquanto há diversos problemas de saúde associados com o uso excessivo de esteróides anabólicos, também há uma volumosa quantidade de propaganda, "ciência-lixo" e concepções errôneas da população sobre seu uso. Os esteróides anabólicos são controlados em alguns países incluindo os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Estes países possuem leis que controlam seu uso e distribuição.
O uso desse medicamento na adolescência
O uso de esteróides anabolizantes na adolescência é muito mais prejudicial do que quando usados na fase adulta. A grande maioria sabe que as drogas trazem efeitos colaterais, mas não imaginam que os danos são muito maiores e as vezes irreversíveis quando você está em fase de crescimento.
Vale lembrar mais uma vez que este artigo não tem o intuito de assustar ninguém, apenas mostrar a realidade.
- Acne Severa
A maioria dos adultos sofre com acne durante ciclos de anabolizantes, agora calcule os efeitos em alguns adolescentes que estão na fase onde há a maior predisposição a ter acne em toda a sua vida. Os efeitos podem ser catastróficos para sua auto-estima.
- Problemas no Fígado
É extremamente comum usuários adolescentes escolherem os esteróides orais, devido a facilidade de ingestão e pelo receio de injetar algo para dentro do seu corpo. A maioria acha que isto é o melhor caminho, porém a maioria dos esteróides anabolizantes injetáveis não é processada pelo fígado, o que é melhor, pois entram em seu organismo muito mais rápido e que não acontecem com os orais, todos são processados pelo fígado o que traz um grande estresse para este órgão, podem ocorrer problemas como câncer do fígado e cirrose hepática. A droga Hemogenin, por exemplo, tem ligação comprovada cientificamente com o câncer do fígado. Tem medo de agulhas? Nem pense em anabolizantes.
Para quem não sabe, a testosterona é o principal hormônio masculino e os esteróides anabolizantes são a forma sintética deste hormônio. Quando você começa um ciclo de esteróides anabolizantes o seu corpo para de produzir naturalmente a testosterona devido ao alto nível que já está entrando devido aos esteróides, quando você para de utilizar drogas o corpo não estará mais produzindo testosterona natural (pois o corpo não viu necessidade devido ao excesso), depois de um tempo que ele vai perceber a falta e voltar a produzir naturalmente de forma extremamente lenta. O problema é quando o adolescente faz uso de esteróides, pois o seu corpo está em fase de crescimento e os níveis dos hormônios são muito instáveis, o que pode acarretar na diminuição drástica ou total de testosterona e não é só por um período de tempo, é para sempre. Caso isto aconteça, você terá problemas em manter o nível de testosterona o resto da vida, tendo que ser monitorado por exames o resto da vida.
Mas afinal o que é mesmo FITNESS?
Embora nos últimos anos o Fitness venha evoluindo de definição no moderno meio profissional, empresarial e mercadológico em que se encontra, ainda hoje o termo popularmente pode ser idealizado de forma equivocada em uma só palavra: MAROMBA.
De acordo com a publicação Longman - Dictionary of American English -1983, a palavra "Fit", isolada, significa literalmente "boa forma", que deve ser remetida ao objetivo de alcance do equilíbrio corporal e espiritual.
À medida que este mercado se profissionaliza a expressão, Fitness, ganha novas analogias que remetem sempre a prática da atividade física. Mas, na busca de um “corpo perfeito” esta expressão vem sendo corrompida por atitudes e pensamentos inconseqüentes de, daí sim, marombeiros que desprezam o prazer da pratica de uma atividade em busca de resultados, somente, estéticos a qualquer custo.
O Fitness tem como função básica traçar um padrão de treinamento para que um indivíduo possa chegar ao estado de bom condicionamento físico, através dos seguintes componentes: flexibilidade, força, eficiência cardiovascular, resistência aeróbica e resistência muscular localizada. E para treinar esses componentes o Fitness, entendido aqui como um conjunto de estudos específicos em torno da saúde, aplica determinados princípios de treinamento embasados no balanceamento de uma boa composição corporal, ou seja, sem excessos na porcentagem de gordura e de um bom índice de massa magra.
Desta forma, o verdadeiro conceito Fitness incentiva a busca do equilíbrio entre dedicação e o prazer, nos apresentando, como consequência, o sentido de “bem estar” do ser como um todo, inclusive saúde mental e emocional, que nos ajuda a controlar os sentimento e ansiedades originadas da vida agitada da modernidade.
História. Desde a década de 70, nos Estados Unidos, a Associação do Fitness discutia a busca da atividade física como instrumento da qualidade de vida, aprimorando o conceito e os estudos até chegar em uma outra expressão menos conhecida, o Wellness, que também significa bem estar, mas que também remete a valorização do trabalho do profissional de Educação Física que cuida da saúde em toda a amplitude desta palavra. Assim o Fitness é um conceito que se inclui neste ainda maior que é o Wellness
A qualificação profissional no campo Wellness/Fitness juntamente aos passos largos em que os empresários de saúde caminham neste setor tem gerado grandes lucros ao campo, que hoje atende com sucesso as exigências de qualidade do mercado, subsidiada por seu cliente final que já é consciente sobre a importância do profissional de Educação Física que é capaz de dirigir um programa de atividades, procurando desenvolver um trabalho integral e específico, agregando profissionais de áreas afins como nutricionistas, médicos, fisioterapeutas e especialistas em geral.
De acordo com a publicação Longman - Dictionary of American English -1983, a palavra "Fit", isolada, significa literalmente "boa forma", que deve ser remetida ao objetivo de alcance do equilíbrio corporal e espiritual.
À medida que este mercado se profissionaliza a expressão, Fitness, ganha novas analogias que remetem sempre a prática da atividade física. Mas, na busca de um “corpo perfeito” esta expressão vem sendo corrompida por atitudes e pensamentos inconseqüentes de, daí sim, marombeiros que desprezam o prazer da pratica de uma atividade em busca de resultados, somente, estéticos a qualquer custo.
O Fitness tem como função básica traçar um padrão de treinamento para que um indivíduo possa chegar ao estado de bom condicionamento físico, através dos seguintes componentes: flexibilidade, força, eficiência cardiovascular, resistência aeróbica e resistência muscular localizada. E para treinar esses componentes o Fitness, entendido aqui como um conjunto de estudos específicos em torno da saúde, aplica determinados princípios de treinamento embasados no balanceamento de uma boa composição corporal, ou seja, sem excessos na porcentagem de gordura e de um bom índice de massa magra.
Desta forma, o verdadeiro conceito Fitness incentiva a busca do equilíbrio entre dedicação e o prazer, nos apresentando, como consequência, o sentido de “bem estar” do ser como um todo, inclusive saúde mental e emocional, que nos ajuda a controlar os sentimento e ansiedades originadas da vida agitada da modernidade.
História. Desde a década de 70, nos Estados Unidos, a Associação do Fitness discutia a busca da atividade física como instrumento da qualidade de vida, aprimorando o conceito e os estudos até chegar em uma outra expressão menos conhecida, o Wellness, que também significa bem estar, mas que também remete a valorização do trabalho do profissional de Educação Física que cuida da saúde em toda a amplitude desta palavra. Assim o Fitness é um conceito que se inclui neste ainda maior que é o Wellness
A qualificação profissional no campo Wellness/Fitness juntamente aos passos largos em que os empresários de saúde caminham neste setor tem gerado grandes lucros ao campo, que hoje atende com sucesso as exigências de qualidade do mercado, subsidiada por seu cliente final que já é consciente sobre a importância do profissional de Educação Física que é capaz de dirigir um programa de atividades, procurando desenvolver um trabalho integral e específico, agregando profissionais de áreas afins como nutricionistas, médicos, fisioterapeutas e especialistas em geral.
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